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Jogar Pedra em Gato Morto: por que Subversion não presta

O texto parte de uma defesa de GIT como alternativa a Subversion e aos demais VCS citados. A ideia central é que sistemas distribuídos como GIT, Mercurial, Bazaar e Darcs respondem melhor ao fluxo de trabalho com commits frequentes, branches e merges do que ferramentas centralizadas.

Subversion aparece como um avanço sobre CVS, com menos corrupção de repositório e branches mais fáceis, mas ainda com merges ruins e uma experiência que o autor considera insuficiente. O texto também menciona git-svn como caminho para usar GIT em ambientes que ainda exigem Subversion e cita limitações práticas no Windows e em ferramentas gráficas.

Fichamento
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  • GIT é apresentado como um sistema distribuído de controle de código-fonte e como a recomendação principal para quem procura um VCS.
  • Darcs, Mercurial e Bazaar também são tratados como bons projetos, e o texto os agrupa entre as opções distribuídas.
  • CVS é descrito como ruim, com branches problemáticos, arquivos corrompidos e tags fracas.
  • Subversion é reconhecido como melhor que CVS e mais estável, com branches mais simples e amplo ecossistema de ferramentas.
  • Mesmo assim, o texto diz que Subversion ainda torna merges tediosos e que já passou da hora de trocar de ferramenta.
  • O vídeo de Linus Torvalds é usado para reforçar a crítica a Subversion e a defesa de GIT.
  • O fluxo de commits frequentes funciona bem sozinho, mas fica complicado quando há mais de um desenvolvedor e é preciso evitar interferência no trabalho alheio.
  • git-svn é apresentado como solução para manter Subversion no centro e trabalhar com GIT localmente.
  • O texto observa que migrar totalmente para GIT exigiria abrir mão de algumas ferramentas, embora Capistrano possa vir a suportar GIT com pouca adaptação.
  • Há ressalvas práticas sobre Windows, Cygwin e a escassez de ferramentas gráficas para GIT.