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Por que .Net é melhor do que Rails?
O autor relata sua trajetória com Visual Basic, ASP, C# e depois Ruby on Rails, dizendo que se encantou com o Ruby, mas que não conseguiu migrar totalmente para esse ecossistema. Para ele, o mercado brasileiro ainda exige que o programador mantenha a linguagem que já usa, porque há sistemas legados, pouca mão de obra qualificada e pouco investimento na linguagem.
Ele também afirma que Rails é bom para aplicações web, mas não resolve todos os cenários, como quando o cliente quer um aplicativo desktop. Por isso, recomenda não abandonar C#, Java ou outra linguagem já conhecida, seguir estudando e aproveitar alternativas como JRuby, IronRuby e projetos do .Net como o Castle.
Fichamento#
- O autor começou com Visual Basic 4, passou pelo 6 e trabalhou com ASP em projetos web.
- Em 2001, escolheu investir em C# em vez de Java por causa do contexto da empresa e da tecnologia Microsoft.
- Depois, conheceu Ruby on Rails, gostou muito do Ruby e aprendeu o suficiente para criar produtos próprios.
- Ele diz que ainda não é possível viver só de Ruby on Rails no mercado brasileiro, pelo menos por enquanto.
- Segundo ele, quem quer sobreviver como programador no Brasil ainda precisa trabalhar com C#, Java ou outra linguagem usada no emprego.
- Ele atribui a dificuldade de adoção a sistemas legados, falta de mão de obra qualificada e pouco conhecimento sobre Ruby.
- O texto afirma que Ruby já era a décima linguagem mais usada no mundo e poderia subir mais.
- O autor lembra que Rails é bom para desenvolvimento web, mas questiona o que fazer quando o projeto é outro, como um aplicativo desktop.
- A recomendação é não abandonar a linguagem atual e continuar estudando e se aprimorando nela.
- Ele cita JRuby, IronRuby e projetos como o Castle como caminhos para quem trabalha com .Net.
