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Novo app propõe devassar a vida criminal do seu boy por menos de R$10
A Plinq é um app criado por Sabrine Matos que diz fazer uma análise de segurança sobre homens para ajudar mulheres a tomar decisões antes de um date. O serviço consulta bases públicas, como tribunais e diários oficiais, e usa o Claude para resumir os processos em linguagem acessível.
O Núcleo testou a ferramenta com dois nomes e diz que ela retorna dados como CPF mascarado, nome da mãe, idade, signo e signo chinês, além de uma classificação própria de risco. A empresa afirma que opera em conformidade com a LGPD, não incentiva doxxing ou bullying e pode banir usuários por uso indevido.
Fichamento#
- O app foi pensado para mulheres que querem checar a idoneidade de homens antes de se relacionar.
- A Plinq informa que consulta cerca de 45 bases de dados, incluindo diários oficiais e sistemas de tribunais.
- Os preços vão de R$9,90 por uma busca até R$147 por ano para pesquisas ilimitadas.
- A proposta lembra o Lulu, rede social em que mulheres avaliavam homens, e a reportagem cita que esse serviço saiu do ar por decisão judicial.
- A ferramenta usa o Claude para ler informações de processos, categorizar os dados e resumir o conteúdo sem juridiquês.
- O texto aponta risco de privacidade e doxxing, inclusive de mulheres, porque a busca também aceita perfis femininos.
- A empresa diz que a lógica do serviço se apoia em legítimo interesse e prevenção, com uso cauteloso das informações.
- O Núcleo testou o app com dois nomes e recebeu classificações Green Flag e Red Flag com base na existência ou não de processos criminais.
- No teste com Carla Zambelli, o documento citou três processos criminais em segredo de justiça.
- No teste com o próprio Sérgio Spagnuolo, a ferramenta o classificou como Green Flag por não ter processos.
