Pinyin é sistema, não tabela
Pinyin é a romanização oficial do Mandarim: pega o som do ideograma e devolve em alfabeto latino com marca tonal (中 vira zhōng). Por baixo, parece tabela de conversão. Por cima, é sistema, porque tem regras de silabação, marcação de tom, separação de palavras, e só funciona porque existe uma única língua oficial para romanizar.
Pinyin não nasceu como ferramenta para estrangeiro aprender chinês (esse é o efeito colateral simpático). Nasceu como ferramenta de Estado, ponte entre o ideograma (que é ideia) e o som padrão (que é política), parte do mesmo movimento que simplificou os caracteres.
