↓ Ir para o conteúdo principal

← todas as notas

📎 Webclip

Patricia Arquette e o melhor efeito manada da história do Oscar

O texto trata a 87ª cerimônia do Oscar como um momento raro em que a premiação saiu do protocolo e virou espaço de fala política. Patricia Arquette, ao ganhar como atriz coadjuvante, puxou uma sequência de discursos sobre desigualdade salarial, diversidade, identidade de gênero, encarceramento e imigração.

Fichamento
#

  • Patricia Arquette aproveita o prêmio de atriz coadjuvante por Boyhood para defender igualdade salarial entre mulheres nos Estados Unidos.
  • O artigo associa o discurso dela ao desconforto já existente na indústria com a falta de diversidade no Oscar.
  • Reese Witherspoon e Cate Blanchett aparecem como exemplos anteriores de incômodo com o tratamento dado às mulheres no tapete vermelho e nas entrevistas.
  • O texto define o comportamento de manada como algo que se espalha com força em grupos, redes sociais, religião e esportes.
  • Graham Moore usa o discurso para falar de estranhamento, diferença e tentativa de suicídio na adolescência.
  • John Legend e Common levam ao palco a questão do racismo no sistema prisional ao vencerem com Glory.
  • O discurso lido em nome de Edward Snowden reforça a ideia de que cidadãos comuns, agindo juntos, podem mudar o mundo.
  • Alejandro González Iñárritu responde ao comentário de Sean Penn sobre o green card e lembra que os Estados Unidos foram formados por imigrantes.
  • O texto encerra dizendo que Patricia Arquette ajudou a encher a cerimônia de realidade e a romper a bolha de Hollywood.