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O topo do pódio

A página afirma que a arrecadação de tributos no Brasil alcançou 35,95% do PIB em 2013 e que esse peso aumentou nos primeiros anos da administração citada. O argumento central é que a alta de receitas não melhorou o resultado fiscal porque o gasto público cresceu mais.

Fichamento
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  • Em 2013, a carga tributária chegou a R$ 1,6 trilhão, ou 35,95% do PIB, acima do ano anterior.
  • Entre 2010 e 2013, a carga tributária subiu de 33,5% para 36,0% do PIB.
  • No mesmo período, de cada R$ 100 a mais produzidos no país, R$ 74 ficaram com o governo.
  • O superávit combinado das três esferas de governo caiu de 2,6% para 1,9% do PIB.
  • O texto atribui a piora fiscal ao aumento do gasto público, não às desonerações tributárias.
  • No governo federal, o gasto teria aumentado o equivalente a 1% do PIB de 2010 a 2013, ou 2% se 2014 for incluído.
  • A nota diz que saúde, segurança, justiça e educação seguem abaixo da crítica e piores do que em países de renda per capita semelhante.
  • O autor afirma que o ajuste econômico esperado viria sobretudo por novos impostos, com cortes de gasto em papel secundário.
  • O texto liga a retenção de apenas R$ 26 de cada R$ 100 gerados a um desestímulo forte à atividade econômica.
  • Também relaciona a queda do investimento à percepção de que o governo colhe a maior parte dos frutos do investimento.
  • A conclusão é que o desempenho fiscal se tornou obstáculo ao crescimento sustentado e que conter a expansão do gasto é necessário para crescer mais rápido.