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O primeiro perrengue

A página encena uma conversa em que Adão explica a Deus como começou a se endividar no Paraíso e como foi trocando uma dívida por outra com vários animais. O texto mostra que ele não quitava o que devia; só deslocava os cocos entre credores, sempre aceitando juros maiores.

No fim, a dívida já estava fora de controle, e Deus conclui que o problema não era falta de pagamento, mas a repetição desse ciclo. Depois da conversa, Ele resolve conferir as próprias contas, lembra da criação de um sistema bancário pela serpente e desconfia que aquilo também pode se espalhar pelo Paraíso.

Fichamento
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  • Adão conta que deixou de atender o telefone por causa dos cobradores e já devia cocos a vários animais.
  • A primeira dívida nasce quando ele quer levar Eva a um restaurante dos macacos e pega cocos emprestados das girafas com juros.
  • Para pagar uma dívida, ele contrai outra, passando por leões, avestruzes, ratos, hienas, sapos e castores.
  • Cada novo empréstimo aumenta o total devido, mesmo quando ele usa o dinheiro para quitar compromissos anteriores.
  • Deus percebe que Adão só está movendo cocos de um lado para outro do Paraíso e ampliando a dívida.
  • Deus assume que vai resolver o problema e pede que Adão nunca mais faça dívidas.
  • A conversa termina com a sugestão de ir à praia comer algo simples em vez de gastar com um jantar caro.
  • Depois da ligação, Deus vê que a criação do Paraíso saiu cara por causa de tarifas, taxas e impostos.
  • Ele lembra que a serpente propôs criar e administrar um sistema bancário e teme que o mesmo sistema avance no Paraíso.