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O fino do gibi: 21 quadrinistas que você precisa conhecer!

A página trata a Artists’ Alley da CCXP como um lugar em que a variedade pesa mais do que a disputa entre nomes. Depois disso, reúne 21 quadrinistas, em sua maioria brasileiros e alguns argentinos, para apontar estilos, obras recentes e traços de trabalho que chamam atenção.

Fichamento
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  • Vê as listas como parte da diversão de comparar artistas, mas lembra que nem toda escolha precisa virar competição.
  • Apresenta a CCXP e diz que a Artists’ Alley é a atração favorita do autor no evento.
  • Destaca que o espaço reúne mais de 400 quadrinistas mostrando seus trabalhos.
  • Diz que ali há de tudo um pouco, de terror a obra autoral, passando por humor, infantil e histórias de fada.
  • Sustenta que a graça do evento está na imprevisibilidade de encontrar trabalhos fora do filtro das redes e dos buscadores.
  • Informa que a seleção traz 14 brasileiros e 6 argentinos.
  • Alexandre Lourenço é descrito como alguém que entende como a plataforma influencia o ritmo, com destaque para Robo Esmaga e Você é um babaca, Bernardo.
  • Danielli Pioli é apontada como ilustradora que estiliza personagens com traços, não com estereótipos.
  • Felipe Portugal tem tirinhas de tom baixo, mas com presença estéreo, em uma realidade sem pretensão.
  • George Schall aparece como promessa, com enquadramentos ousados, leitura clara e ritmo cinematográfico.
  • Gidalti Jr. é apresentado como alguém que há anos produz Castanha do Pará, um quadrinho pintado ligado à iconografia de Belém.
  • Guilherme Petreca tem um trabalho meticuloso e peculiar, com Ye como destaque de originalidade na caracterização.
  • João Pinheiro vem se dedicando cada vez mais às biografias, trabalhando com conhecimento prévio do leitor e ampliando o conteúdo do biografado.
  • João Montanaro ganhou projeção jovem e chama atenção pela capa do novo trabalho.
  • Lelis é descrito como observador, capaz de fazer um quadro carregar mais do que uma história inteira.
  • Lita Hayata tem traço fluido e confiante, com figuras em movimento e personagens inusitados, mas carnais.
  • Marcelo Braga é apontado como alguém que consegue traduzir personalidade em formas, a ponto de o retratado parecer mais real no papel.
  • Pedro Mauro é apresentado como um autor de traço clássico, em que a história vem primeiro.
  • Victor Moura passa pelo expressionismo alemão e vai desenvolvendo um estilo mais próprio em Argo5.
  • Wagner Willian é descrito como pintor prolífico, com Bulldogma como um volume grande e de leitura rápida.
  • Leandro Fernandez revitaliza o noir com desenho limpo e ângulos dinâmicos, além de ter trabalhado com Peter Milligan.
  • Salvador Sanz é destacado como nome forte do terror, com arte e narrativa atmosféricas e tom lovecraftiano.
  • Gerardo Zaffino aparece como filho de Jorge Zaffino, com linhas finas e cheias de ruído em Karnak.
  • Max e Sebastián Fiumara são lembrados pelo trabalho em Abe Sapien.
  • Eduardo Risso é apresentado como autor seguro o bastante para gastar muito nanquim por página, criando quadros que captam o instante antes do ápice.
  • Roger Krux é associado às tretas de Era do Apocalipse e ao trabalho autoral mais maduro em Xampu vol. 2.
  • No fechamento, o autor diz que voltou a escrever no site, que tem passado muito tempo pintando, que recebeu prêmios em salões brasileiros e que está concorrendo em um prêmio online por votação do público.