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martim-pescador-pequeno (Chloroceryle americana)
A página apresenta o martim-pescador-pequeno, Chloroceryle americana, como ave da família Alcedinidae e representante mais comum no Brasil. Reúne dados de identificação, habitat, alimentação, reprodução, vocalização e distribuição geográfica, além de registrar as espécies semelhantes e as diferenças usadas para separá-las.
Fichamento#
- É a espécie mais comum no Brasil entre os alcedinídeos.
- Também recebe os nomes de ariramba-pequeno, martim-cachaça e martim-pescador.
- Vive ao longo de rios, lagos, orla marítima, mangues, embocaduras de rios, florestas e áreas abertas com árvore para pouso.
- Mede 19 centímetros.
- Tem partes superiores verde-escuras, faixa branca saliente da base do bico à nuca, asas com três linhas de manchas brancas e bases brancas nas retrizes externas.
- O macho tem partes inferiores brancas com peito castanho.
- A fêmea tem peito amarelado ou branco manchado de verde.
- São listadas cinco subespécies, com ocorrências do sul dos Estados Unidos e México até a América do Sul.
- É confundido com o martim-pescador-verde, e a página aponta traços de plumagem para diferenciá-los.
- Alimenta-se a partir da vegetação à beira d’água, de onde observa as presas antes de mergulhar.
- Às vezes paira no ar antes do mergulho.
- Come peixes de 3 a 5,5 centímetros e crustáceos.
- O casal constrói o ninho em barranco de rio, acima do nível da água.
- O túnel do ninho tem cerca de 80 cm.
- A postura geralmente é de três a cinco ovos brancos.
- A incubação noturna cabe à fêmea, e durante o dia ela se reveza com o macho.
- O período de incubação é de 19 a 21 dias.
- Os pais cuidam dos filhotes.
- Habita lagos com vegetação aquática, margens de rios pequenos e grandes, manguezais e pequenas coleções d’água com vegetação palustre.
- A voz é descrita como “ta-ta”, “ti-ti”, “trr-trr-trr” e uma sequência descendente, “kli-kli-kli-kli-kli-kli”.
- Ocorre do Texas e México à Argentina e em todo o Brasil.
