Igreja de Nossa Senhora do Rosário
O autor diz que a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Guarulhos, é uma construção simpática que ele vê todos os dias a caminho do trabalho e de casa. Conta que já pensava em retratá-la, mas percebeu que a fotografia não bastava para transmitir sua visão e seus sentimentos. Também relaciona esse processo à contemplação e à observação lenta antes do desenho com aquarela.
Ele diz que a igreja fica perto de casa e que às vezes assiste à missa de domingo com a família. No sábado anterior, convidou a filha para fazer sketches da fachada, sentados na Avenida São Luís por cerca de 20 minutos. Depois levou o desenho para o estúdio, onde fez a colorização com aquarela. Destaca que desenhar ao ar livre é um bom exercício de observação e que não é preciso ir a pontos turísticos para praticar; basta um caderno, um lápis e a rua, o café ou a igreja que já fazem parte do cotidiano.
Fichamento#
- O autor vê a igreja de Nossa Senhora do Rosário, em Guarulhos, todos os dias e a considera uma construção simpática.
- Ele tentou fotografá-la, mas achou que a foto não registrou bem a visão e os sentimentos que queria transmitir.
- Para ele, retratar exige captar a essência do que é observado, e isso depende de tempo e atenção.
- O texto compara sua prática com a contemplação da arte Zen e com um modo ocidental de trabalho mais voltado à execução do que à meditação.
- A igreja fica perto de sua casa, e ele às vezes assiste à missa de domingo com a família.
- No sábado anterior, ele e a filha fizeram sketches da fachada sentados na Avenida São Luís por cerca de 20 minutos.
- Depois do desenho a lápis, ele fez a colorização com aquarela no estúdio.
- O texto afirma que desenhar ao ar livre treina a observação.
- Ele diz que não é preciso material especial nem buscar pontos turísticos para praticar.
- Para o autor, a rua, o café ou a igreja do cotidiano já são bons lugares para estudar o que se quer transmitir.
