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Morre soldado que só acreditou no fim da 2ª guerra depois de 30 anos
Hiroo Onoda, segundo-tenente e ex-oficial de inteligência do Exército Imperial Japonês, morreu em Tóquio aos 91 anos. Enviado a Lubang em 1944 com ordem para dificultar ataques inimigos e não se render nem se suicidar, ele continuou na selva mesmo após o fim da guerra, chegou a viver com outros soldados e só aceitou entregar as armas em 1974.
Fichamento#
- O texto apresenta Hiroo Onoda como um ex-oficial de inteligência do Exército Imperial Japonês que combateu na Segunda Guerra Mundial e morreu em Tóquio aos 91 anos.
- Em 26 de dezembro de 1944, ele foi enviado à ilha de Lubang, nas Filipinas, com a missão de fazer o que estivesse ao seu alcance para dificultar os ataques inimigos.
- As ordens que recebeu também diziam que ele não deveria se render nem se suicidar sob nenhuma circunstância.
- Depois que os aliados recuperaram a ilha em fevereiro de 1945, Onoda e outros homens se esconderam na selva densa.
- Onoda continuou na ilha com outros três soldados; um se rendeu às forças filipinas e os outros dois morreram em batalhas com forças locais, em 1954 e 1972.
- O segundo soldado morto causou choque no Japão, e o governo levou familiares dele a Lubang na tentativa de convencer Onoda de que a guerra já tinha acabado.
- Onoda não acreditou e disse que os parentes tinham sido enviados por um regime-fantoche instalado pelo governo dos EUA em Tóquio.
- Em 1974, seu antigo comandante foi até o esconderijo na selva e lhe deu a ordem de entregar as armas, encerrando a guerra para Onoda.
