God, grant me the serenity to accept the things I cannot change, the courage to change the things I can, and the wisdom to know the difference.
É a Oração da Serenidade, atribuída ao teólogo norte-americano Reinhold Niebuhr. O registro mais antigo conhecido está no diário de Winnifred Wygal, funcionária da YWCA e ex-aluna de Niebuhr, em 31 de outubro de 1932: uma versão parcial, creditada a “R.N.”, com a serenidade e a coragem, mas sem a parte da sabedoria. A forma completa em três partes saiu em março de 1933 na revista The Woman’s Press, da YWCA, sem atribuição. O livro de Wygal de 1940, We Plan Our Own Worship Services, credita a oração a Niebuhr.
Fred R. Shapiro, editor do Yale Book of Quotations, chegou a questionar a autoria de Niebuhr em 2008 e depois concluiu, com alto grau de confiança, que ele a originou. Na New Yale Book of Quotations (2021), Shapiro registra Wygal como autora da ocorrência mais antiga conhecida. Em 1950, ao A.A. Grapevine, Niebuhr disse que a oração talvez circulasse havia anos, mas que acreditava tê-la escrito.
Os Alcoólicos Anônimos adotaram o texto no início dos anos 1940, a partir de um recorte de jornal de 1941. A oração já foi atribuída a Tomás de Aquino, Cícero, Agostinho, Boécio, Marco Aurélio e Francisco de Assis. Na Alemanha Ocidental, uma versão publicada em 1951 por Theodor Wilhelm sob o pseudônimo “Friedrich Oetinger” fez circular a atribuição ao filósofo Friedrich Christoph Oetinger, do século XVIII.
