For an Inclusive Culture, Try Working Less
The author contrasts two tech workplaces: one strict and professional, the other hip and social. The first was the most diverse team he had ever been on, while the second looked like the tech industry’s familiar white, young, male culture. From that contrast, he argues that inclusive environments can come from keeping work centered on business, professionalism, boundaries, and reasonable hours.
He says cultures that expect long hours, off-hours socializing, drinking, or constant participation increase the strain on people who are different and make it harder to retain a diverse workforce. At Fog Creek and Trello, he saw a minimum culture where people could show up, care about good software, and leave without career pressure to join every social ritual. He extends that lesson to the idea behind Getting to Yes: constraining what people must agree on can make agreement, and inclusion, more possible.
Fichamento#
- O autor relata que sua equipe na J. D. Edwards, embora marcada por um código de vestimenta rígido e pouco “cool”, foi a mais diversa que ele já viu na indústria de tecnologia.
- Ele compara esse ambiente com startups da internet e com outra empresa de software “hip”, que pareciam mais alinhadas ao estilo jovem e social, mas eram bem menos diversas.
- A tese central é que uma cultura focada no trabalho, na profissionalidade, nos limites e em horários razoáveis reduz a pressão para que todos adotem os mesmos hábitos sociais.
- Para o autor, quando a empresa espera horas longas ou convivência fora do expediente, aumenta o esforço exigido de quem é diferente e diminui a capacidade de reter uma força de trabalho diversa.
- Ele diz ter visto isso em Fog Creek e Trello, onde havia uma cultura mínima, sem muita conversa de corredor, com saída às 17h e pouca pressão para permanecer depois do horário.
- Nesses lugares, participar de beber, jogar, correr ou outras atividades sociais não era requisito para a carreira.
- O autor afirma que a diversidade precisou ser construída ativamente em Fog Creek, com esforço para ampliar o funil de contratação e programas de estágio.
- A conclusão que ele tira para si é que, para construir inclusão, vale reduzir o número de coisas que as pessoas precisam compartilhar para pertencer, assim como em negociações em que restringir os pontos de acordo ajuda a chegar a um acordo.
