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esse tal de Earl Grey

A autora relaciona Earl Grey à sua rotina de manhãs apressadas em Paris e ao hábito de tomar chá preto com leite e mel. Ela também conta como passou a ver o blend como referência de sabor, a partir da Twinings e da história ligada ao Conde Grey.

Fichamento
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  • O texto liga Earl Grey a uma rotina antiga em Paris, em que o chá cabia nos poucos minutos entre o banho e a saída de casa.
  • A autora diz que aprendeu que conseguia se arrumar e sair em meia hora, e que hoje ainda prefere se arrumar rápido, embora goste de ganhar tempo quando há chá.
  • Ela lembra a primeira vez em que tomou chá preto, aos 16 anos, com febre na aula de inglês, e associa essa memória ao desejo de conhecer Londres.
  • O texto afirma que o Earl Grey mistura chá preto e óleo de bergamota, e que a versão original é da Twinings.
  • A autora apresenta Charles Grey como primeiro ministro britânico em 1830 e diz que o chá recebeu dele um presente que levou a Twinings a reproduzir o blend.
  • Ela explica que a marca mantém o mesmo sabor de safra para safra e que sua embalagem amarela virou sinônimo de credibilidade.
  • O texto menciona o Lady Grey como uma versão mais suave, com chá preto, casca de limão, lima e um pouco de bergamota.
  • A autora recomenda o Lady Grey para quem nunca tomou Earl Grey e o descreve como um chá leve, adequado para a tarde, com ou sem leite.
  • Ela também fala do Earl Grey com lavanda, que considera delicado, mas possivelmente perfumado demais para quem não está acostumado.
  • O texto registra que ela prefere essa versão pura, sem leite, em manhãs de inverno, e que conheceu uma linha premium da Twinings que ainda não existe no Brasil.
  • A autora diz que o Earl Grey com lavanda foi tomado com Grazi, em Campinas, e que a amiga gostou da mistura.
  • No fim, ela usa Earl Grey como adjetivo para descrever a cerveja HARDCORE IPA da Brew Dog, que considera doce no começo, forte, aromatizada e amarga.