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Eric Clapton | Homens que você deveria conhecer #57

A página acompanha a trajetória de Eric Clapton desde o nascimento em segredo e a infância introspectiva até a descoberta da música como forma de expressão. Mostra como suas amizades abriram caminho para bandas como The Yardbirds, John Mayall and the Bluesbreakers, Cream e Derek and the Dominos, enquanto sua técnica e sua fama cresceram no blues e no rock.

O texto também reúne os episódios de vício em heroína e álcool, os conflitos amorosos, a queda na saúde mental e física, a morte de amigos próximos e a morte do filho Conor. A partir desse choque, Clapton larga as drogas, compõe “Tears in Heaven”, funda o Crossroads Center, organiza o Crossroads Guitar Festival e segue acumulando prêmios e reconhecimento.

Fichamento
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  • Nascido em segredo e criado como se fosse filho dos avós, Clapton descobriu aos 9 anos quem eram seus verdadeiros pais, e isso o deixou tímido, solitário e voltado para a arte.
  • A música ganhou espaço cedo com Elvis Presley, os cânticos da catequese e o blues, e ele treinava repetidamente até tocar as músicas como os artistas originais.
  • A entrada em bandas veio por indicação de colegas, primeiro no The Roosters e depois nos Yardbirds, antes de sair quando o grupo se aproximou demais do pop.
  • A fama começou com John Mayall and the Bluesbreakers, quando a frase “Clapton is God” se espalhou por Londres.
  • No Cream, ele dividiu o palco com Jack Bruce e Ginger Baker, cantou algumas músicas e viu o trio se desgastar com as brigas internas.
  • A convivência com George Harrison aproximou Clapton de Pattie Boyd e inspirou “Layla”.
  • Depois de um período difícil, ele retomou a carreira com Derek and the Dominos, mas a banda foi afetada pelas mortes de Jimi Hendrix e Duane Allman.
  • No começo dos anos 1970, entrou nos chamados “anos perdidos”, com heroína, queda profissional e isolamento.
  • As recaídas também vieram com o álcool, incluindo a declaração racista em um show na Inglaterra e as internações em clínicas de reabilitação.
  • O casamento com Pattie Boyd terminou por causa do vício e das traições, e depois ele teve filhos com outras relações curtas.
  • Em 1990, o acidente de helicóptero que matou Stevie Ray Vaughan e, em seguida, a morte de Conor em 1991 marcaram o ponto mais trágico da vida dele.
  • Depois disso, largou as drogas, compôs “Tears in Heaven”, fundou o Crossroads Center e criou o Crossroads Guitar Festival para arrecadar fundos.
  • Nos anos 1990, lançou discos como 24 Nights, Unplugged e From The Cradle, recebeu 18 Grammy Awards, entrou três vezes no Rock & Roll Hall of Fame e publicou sua autobiografia.
  • Hoje, o texto diz que ele vive com neuropatia periférica ligada ao álcool, mas se diz grato por estar vivo e por ter superado o alcoolismo.