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Eating meat is good, says the philosopher

The essay starts from a thought experiment about aliens raising humans as livestock and uses it to discuss longtermism, animal consumption, and whether existence can count as a benefit even when it ends in being eaten. It then turns to Nick Zangwill’s claim that eating meat is morally good because the practice sustains domesticated animals, but says that this still feels wrong.

It then pushes a darkly comic alternative that treats some animals as “evil” and therefore fit to eat, before concluding that the idea does not solve the original problem. The author ends with a more ordinary view: eat animals that live good lives, prefer older animals, and treat freedom and self-determination as morally important. ## Fichamento

  • O texto usa um cenário de alienígenas que criam humanos como gado para questionar se a existência pode ser um benefício quando termina em abate.
  • A hipótese conversa com o longtermism, porque as vidas futuras contam moralmente mesmo quando não existiriam se o sistema fosse encerrado.
  • O autor diz que é simpático ao vegetarianismo, mas acha plausível a intuição de que alguns animais talvez preferissem nascer e ser comidos a não nascer.
  • Ele conta que já usava esse argumento contra vegetarianos e veganos na faculdade e que isso o levou a continuar comendo carne.
  • O texto apresenta o livro de Nick Zangwill, Our Moral Duty to Eat Meat, como uma formulação explícita dessa ideia.
  • A tese de Zangwill é que a prática de comer carne beneficia os animais porque a existência de certos animais domésticos depende dela.
  • Apesar de ter defendido esse argumento por anos, o autor diz que sempre achou que havia algo errado nele.
  • O texto propõe, em tom de provocação, comer os animais considerados “bons” e comer os “maus” em seu lugar.
  • Nessa lógica entram crabs, lobsters, shrimp, octopuses, parasites, cats, chickens and hyenas, descritos como violentos, canibais ou moralmente repulsivos.
  • O autor admite que essa proposta mistura is com ought, mas diz que a considera coerente dentro de uma espécie de compatibilism.
  • Mesmo assim, ele conclui que comer apenas animais “evil” não resolve o problema inicial sobre a existência de animais domésticos.
  • Como aplicação mais séria, o texto sugere que esse critério faria mais sentido para pesquisa científica do que para alimentação.
  • A posição atual do autor é mais simples: comer animais que tenham boas vidas, de modo que a vida deles seja preferível a não existir.
  • Ele diz que, em seu mundo ideal, comeria apenas animais velhos, e pagaria mais por isso.
  • No cenário dos alienígenas, isso equivaleria a abater humanos aos 60 anos, com bastante autonomia e boa qualidade de vida.
  • Mesmo assim, ele afirma que liberdade e autodeterminação têm valor moral além dos cálculos utilitaristas.
  • O texto termina dizendo que talvez ainda prefira consumir animais “evil” enquanto espera por Old Steaks, Inc.