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Dupla dinâmica: Firefox OS e desenvolvedor front-end
O texto defende que o Firefox OS fala a mesma língua do desenvolvedor front-end e permite reaproveitar HTML, CSS, JavaScript, responsive design, mobile first, otimizações da web, bibliotecas e o workflow já conhecido. Também mostra que dá para desenvolver e testar sem aparelho, usando o simulador e o application manager.
Fichamento#
- O texto trata da vontade de desenvolvedores front-end de criar aplicações nativas para plataformas mobile, mas aponta tempo e investimento como obstáculos.
- O Firefox OS aparece como uma plataforma mobile que usa HTML, CSS e JavaScript e exige poucos ajustes no workflow já existente.
- A arquitetura é dividida em três camadas: Gonk como kernel Linux e abstração de hardware, Gecko como engine que implementa HTML, CSS e JavaScript, e Gaia como a interface gráfica.
- As aplicações do Firefox OS são descritas como agnósticas de estilo, sem herdar o visual do sistema operacional.
- O texto diz que o desenvolvedor pode reaproveitar práticas como responsive design, mobile first, otimizações da web, posicionamento e efeitos com CSS.
- O JavaScript é usado do mesmo modo, mas com APIs de hardware e do sistema, como câmera, gps, storage, Contatos e Discagem.
- Bibliotecas conhecidas da comunidade também podem ser usadas no desenvolvimento para a plataforma.
- O simulador e o application manager permitem iniciar o simulador, adicionar e remover aplicações e desenvolver sem ter um aparelho.
- O exemplo foi feito com Mac OS, Sublime Text Editor, Grunt, Imagemin, um servidor de livereload e Bootstrap.
- O código do exemplo captura o clique em um botão e exibe um alerta.
- Para enviar o aplicativo ao simulador, o texto orienta usar a opção de adicionar aplicativo empacotado, apontar para a pasta do projeto e clicar em atualizar.
- O aplicativo precisa ter o arquivo manifest.webapp na raiz, com propriedades como version, name, launch_path e icons.
- A conclusão diz que o background em front-end é reaproveitado na criação de aplicativos para Firefox OS e menciona um próximo post sobre APIs nativas, permissionamento e bibliotecas front-end.
