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DOODLEWASH REVIEW: Winsor & Newton

The post reviews Winsor & Newton’s Professional Water Colour line and gives company background, noting that the brand has been supplying professional art materials since 1832 and that its paints are manufactured in France. It also describes the range of formats, pigment and permanence information, transparency, and the limited edition Twilight and Desert sets.

Fichamento
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  • A marca é apresentada como uma fabricante de belas-artes sediada em Londres, com fornecimento de materiais profissionais desde 1832.
  • O texto resume a história do tubo de tinta metálico, atribuindo sua invenção a John Goffe Rand e apontando a melhoria do screw cap introduzida por William Winsor.
  • A linha Professional Water Colour vem em 96 cores, com 76 pigmentos únicos, e é vendida em tubos de 5 ml, 14 ml e 37 ml, além de half pans.
  • A marca também oferece 48 cores em sticks e 36 em watercolour markers.
  • O texto diz que 93 das 96 cores da linha são classificadas como permanentes para uso artístico, com nota AA ou A.
  • A transparência das tintas é atribuída ao modo como o pigmento é disperso na fabricação, permitindo ver o branco do papel em lavagens finas.
  • As edições limitadas Twilight e Desert são listadas com suas cores específicas, mas o texto observa que podem ser difíceis de encontrar, sobretudo nos EUA.
  • A autora comenta que os frascos pequenos de 5 ml têm tampas difíceis de abrir e fechar quando não estão numa paleta.
  • O texto menciona que os half pans trazem o nome da cor impresso na lateral e que os preços variam por formato e revendedor.
  • Há uma comparação de preço entre marcas em que Winsor & Newton aparece como mais caro do que outras opções citadas.
  • Entre as cores favoritas da autora estão Quinacridone Violet, Smalt, Yellow Titanate e Chromium Black.
  • O texto usa swatches e pequenas pinturas para mostrar o uso de cores como Smalt, Quinacridone Violet, Yellow Titanate e as cores da série Twilight.
  • A autora descreve a marca como confiável, vibrante e transparente, mas cara, e observa que não tem misturas tão interessantes nem tantas cores granulares quanto Daniel Smith.
  • Também aparecem referências a livros e artigos sobre aquarela, teoria das cores e pigmentos, incluindo Jean Haines, Ron Ranson, John Muir Laws e Daniel Smith.