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Dicas para trabalhar com modelos de dados grandes

O artigo reúne recomendações para DBAs que precisam entender e operar modelos de banco de dados grandes e complexos. O foco está em tornar o modelo mais fácil de inspecionar, documentar e manter quando há muitos objetos relacionados, mudanças constantes e grande volume de dados.

Fichamento
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  • Identificar logo as tabelas maiores, mais cheias e mais usadas, porque elas costumam concentrar boa parte do tamanho e do acesso ao banco.
  • Usar ferramenta de controle de versão ou gestão de configuração para acompanhar alterações em colunas, relacionamentos e tipos de dados ao longo do tempo.
  • Saber imprimir o modelo inteiro ou parcialmente, em PDF ou em páginas separadas, quando a equipe precisar de uma visão em papel.
  • Reconhecer os objetos complementares mais usados, como stored procedures, triggers, funções, views e índices, porque eles também fazem parte do trabalho diário.
  • Visualizar o banco em camadas separadas, mostrando ou ocultando relacionamentos, índices e constraints conforme a necessidade.
  • Agrupar tabelas do mesmo subsistema com retângulos coloridos e comentários para melhorar a leitura e a documentação.
  • Descobrir a ordem correta para inserir, atualizar e remover dados em tabelas relacionadas, de modo que scripts possam reproduzir o comportamento da aplicação.
  • Manter uma forma rápida de pesquisar nomes de atributos e consultar metadados em muitos objetos.
  • Ter um script que crie os objetos do banco com apenas uma fração dos dados, em torno de 10%, para montar ambientes novos.
  • Atualizar a lista de permissões dos objetos mais comuns para verificar rapidamente o que cada usuário pode fazer.
  • Prever e estimar o tamanho dos objetos com base em estatísticas e medidas reais, em vez de suposições.
  • Mostrar no modelo quais objetos usam particionamento, compressão e quais grupos de arquivos eles ocupam.
  • Em modelos OLAP, centralizar a tabela fato e documentar hierarquias, níveis, membros e grãos das dimensões.
  • O texto encerra reforçando que essas dicas giram em torno da documentação do modelo e dos objetos, não apenas do código-fonte.