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Dicas de segurança da informação para homens e mulheres de negócios
O texto diz que proteger dados e comunicações deve ser tratado com a mesma seriedade que analisar relatórios, fechar contratos e fazer vendas. Ele lista medidas para reduzir o risco de vazamento em e-mail, mensageiros, senhas, arquivos, internet e ligações.
Fichamento#
- Defende que executivos e profissionais de alto escalão não devem deixar a segurança da informação em segundo plano.
- Afirma que e-mail gratuito ou mantido por publicidade, como Gmail e Outlook, não é o meio mais seguro para mensagens sigilosas.
- Recomenda usar servidor próprio ou serviços pagos com foco em segurança e criptografia, como ProtonMail, Kolab Now e Hushmail.
- Observa que a segurança das mensagens depende também de quem recebe, porque a exposição pode ocorrer do outro lado da troca.
- Sugere Mailvelope como opção para reforçar a criptografia em serviços de e-mail mantidos por publicidade.
- Diz que apps de código fechado para mensagens, como WhatsApp, Facebook Messenger, SMS e DMs no Twitter, devem ser vistos com desconfiança.
- Alega que mensageiros que prometem mais segurança, como Telegram e Crypto.cat, têm o problema de pouca adoção.
- Recomenda não repetir senha entre serviços, usar senhas longas, sem palavras ou datas, e recorrer a gerenciadores de senhas.
- Indica autenticação em 2 passos sempre que estiver disponível.
- Cita 1Password, LastPass e Keychain com iCloud como opções para criar, guardar e sincronizar senhas.
- Diz que anotar a senha em papel pode ser melhor do que reutilizar a mesma senha em vários serviços.
- Explica que autenticação em 2 passos exige dois dispositivos ou fatores, como código, cartão ou SMS, para acessar o serviço.
- Afirma que o usuário do computador deve ser protegido por senha forte e que o drive de armazenamento deve ser criptografado.
- Menciona BitLocker e FileVault como criptografia nativa disponível em sistemas operacionais.
- Diz que uma VPN mantém a comunicação criptografada e serve como porta de saída para a internet.
- Afirma que interceptar ligações telefônicas por celular não costuma ser trivial e cita Skype e Ostel como opções para conversas privadas.
- Pede equilíbrio entre segurança e produtividade, para que a proteção não se torne uma neurose.
