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[Crítica] Argo

O texto apresenta Argo como sinal da evolução de Ben Affleck como diretor. A crítica diz que o filme parte de fatos reais e do contexto da crise entre EUA e Irã para construir tensão de forma segura, com boa fotografia e trilha sonora discreta.

Fichamento
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  • Affleck vinha sendo visto com desconfiança como ator, mas o texto o trata como um diretor que amadureceu no cinema.
  • Argo é descrito como uma prova de que ele merece mais respeito e reconhecimento na direção.
  • O filme se passa no auge da tensão entre EUA e Irã, no fim dos anos 70 e início dos 80.
  • A fuga de seis funcionários da embaixada americana e o plano de Tony Mendez para tirá-los do país estruturam a trama.
  • O texto reconhece a presença da exaltação do heroísmo norte-americano, mas diz que o filme também explica o contexto e a motivação do povo iraniano.
  • A tensão é construída de modo meticuloso e envolve a plateia mesmo quando o desfecho já é conhecido.
  • As referências a Hollywood aparecem como alívio cômico e mostram vícios e personalidades dos bastidores da indústria.
  • John Chambers e Lester Siegel funcionam como figuras ligadas a esse lado mais leve do filme.
  • A atuação de Ben Affleck é descrita como contida, mas adequada ao papel de agente da CIA.
  • Fotografia e trilha sonora são apontadas como elementos tecnicamente bem trabalhados.
  • O texto lembra que o caso só foi tornado público em 1997, após autorização de Bill Clinton.
  • A crítica encerra valorizando o fato de a história ter sido levada ao cinema por um diretor considerado competente.