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[Crítica] Alta Fidelidade

A crítica lê High Fidelity como uma comédia intimista, pessimista e até conformista sobre como as escolhas da vida são feitas e sobre o que se deve insistir. O texto destaca Rob Gordon como um homem de cerca de trinta anos, preso a um modo de vida infanto-juvenil, e observa que a loja de discos, os empregados desajustados e o ambiente de superioridade entre eles ajudam a compor esse retrato.

Fichamento
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  • O filme é baseado na obra de Nick Hornby e é o 14° longa de Stephen Frears.
  • A leitura do crítico vê o filme como uma comédia intimista, pessimista e também conformista.
  • A história trata das escolhas da vida e do que se deve insistir.
  • Rob Gordon é apresentado como um homem na casa dos trinta anos, com comportamento infanto-juvenil.
  • A loja de discos funciona como um espaço de trabalho e também de distinção entre os personagens.
  • Rob e Barry passam o tempo fazendo listas Top 5 de discos, filmes e momentos da vida.
  • O texto liga essa mania de ranquear tudo a um traço obsessivo e à ideia de que o que importa é o que a pessoa gosta.
  • A narração de Rob para o público é vista como uma escolha narrativa adequada.
  • Os personagens nerds são descritos como engraçados e pitorescos, sem virar caricaturas constantes.
  • As relações amorosas de Rob com Laura e com suas ex-namoradas são tratadas como eixo do roteiro.
  • O passado amoroso de Rob aparece como nostalgia em alguns momentos e como terror em outros.
  • O filme mostra as inseguranças e os medos de Rob diante da solidão.
  • A decisão dele de parar de pular de galho em galho marca um passo de mudança.
  • Rob não termina como alguém perfeito, mas como alguém que aprendeu a se arriscar mais.
  • O crítico valoriza o roteiro e a direção por evitarem o pieguismo, mesmo com um tom de auto-ajuda no final.