📎 Webclip
Cortes do Pablo Marçal? Pagar micro-influenciadores por posts patrocinados #ad já foi realidade no BR, eis a diferença
O texto aproxima o Seeding no Twitter da boo-box da estratégia de Pablo Marçal. Em ambos os casos, pessoas comuns são mobilizadas para ampliar mensagens, mas o artigo insiste que a diferença central está na transparência e no cumprimento das regras.
Fichamento#
- A boo-box criou em 2010 o Seeding no Twitter, permitindo que marcas divulgassem mensagens por meio de pessoas comuns, não só celebridades ou influenciadores.
- Os posts eram identificados com #ad, os textos vinham das marcas e a publicação era automática, com remuneração por visualizações e cliques.
- A empresa reuniu 30 mil usuários, alcançou até 9 milhões de seguidores e movimentou cerca de R$ 2,5 milhões em 2015, distribuindo cerca de R$ 1 milhão aos tuiteiros.
- Marcas como Intel, Paul McCartney, Magalu, Algar Telecom e Sebrae usaram a ferramenta.
- O texto compara esse modelo ao “campeonato de cortes” de Pablo Marçal, que incentiva seguidores a compartilhar trechos de vídeos em troca de recompensas financeiras.
- A semelhança está no uso de pessoas comuns como vetores de publicidade e na aposta no alcance das redes sociais.
- A diferença apontada pelo artigo é ética e legal: o Seeding no Twitter operava com transparência e respeitava as normas da publicidade, enquanto a estratégia de Marçal enfrenta questionamentos legais e éticos.
- O texto menciona risco de inelegibilidade por abuso de poder econômico e relatos de pagamentos não contabilizados para promover sua imagem.
