Those who know it are not equal to those who love it; those who love it are not equal to those who delight in it
子曰:「知之者不如好之者,好之者不如樂之者。」 Tradução de Legge: “They who know the truth are not equal to those who love it, and they who love it are not equal to those who delight in it.”
A construção tripla joga com três verbos relacionando-se ao mesmo objeto implícito (provavelmente o dào, ou o estudo): 知 zhī saber, 好 hào gostar/amar, 樂 lè deliciar-se/encontrar alegria. O modelo é gradiente — não exclui nenhum dos níveis, mas estabelece hierarquia ascendente. Quem sabe sem amar não chega à eficácia que tem o que ama; quem ama sem deliciar-se ainda está aquém de quem encontrou alegria no objeto.
Está no Livro 6 (雍也), camada antiga na análise de Brooks & Brooks (1998). Liga-se diretamente à abertura dos Analectos (1.1), onde a alegria 說 yuè da prática reiterada do estudo é o primeiro tema. A intuição confuciana aqui é que o cultivo (修身 xiūshēn) não se sustenta apenas por dever — o esforço só atinge o estágio que 2.4 chama de “seguir o coração sem transgredir” quando passou pelo amor e pela alegria como motores internos.
