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Comunicação indireta e coisas não ditas

O roteirista Eskil Fogt contou ao festival de Locarno que o filme é sobre comunicação indireta numa família cheia de coisas não ditas, e que de certa forma também é sobre o quão difícil é fazer comunicação — incluindo a dificuldade prosaica de fazer alguém ler o seu roteiro. O entrevistador tenta elevar a conversa para “como a arte nos une em tempos de desconexão”, mas o ponto de Fogt é mais terreno: as pessoas simplesmente não conseguem falar umas com as outras.