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Como navegar no mercado de apps

O texto relaciona o crescimento do uso de smartphones no Brasil ao avanço do mercado de aplicativos. Também diz que o país já é o maior mercado de apps da América Latina e que o mobile pode dominar o segmento de TI até 2015.

Ele apresenta o cenário como favorável para novos negócios, mas ressalta que montar uma empresa de apps exige equipe multidisciplinar, conhecimento por plataforma, certificações e um modelo de negócios definido.

Fichamento
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  • O aumento dos dispositivos móveis impulsiona o mercado de aplicativos no Brasil.
  • O Brasil aparece como o décimo maior mercado de smartphones do mundo e o maior mercado de apps da América Latina.
  • O texto afirma que o mobile pode dominar o segmento de TI até 2015 e responder por mais de 50% do faturamento mundial da área.
  • A liberação da parte de jogos da App Store no Brasil fez as receitas do site crescerem 80%.
  • A presença brasileira nas redes sociais é apresentada como fator que ajuda a ampliar o uso de apps no país.
  • A produção de apps exige baixo investimento inicial, mas o mercado ainda tem pouca produção nacional, com 1,4% dos aplicativos do mundo sendo brasileiros.
  • Formar uma empresa desenvolvedora de apps exige modelo de negócios, equipe multidisciplinar e profissionais com conhecimento específico por plataforma.
  • O texto cita a disputa por bons profissionais, o uso de hardwares específicos e a necessidade de certificações para comercialização.
  • Entre os modelos de negócio, aparecem a venda no varejo, a venda para empresas e patrocinadores, a publicidade dentro dos apps e a venda de novos recursos.
  • No varejo, o preço costuma ficar entre US$ 0,99 e US$ 4,99, e a loja virtual retém parte da receita.
  • Em apps gratuitos patrocinados, o desenvolvimento pode custar de R$ 5.000 a R$ 150.000 e, em projetos complexos, chegar a R$ 500.000.
  • A venda de espaço publicitário pode incluir banners, rodapés e telas de entrada.
  • O retorno do investimento depende da modalidade de comercialização, da especialização do negócio e do tamanho da equipe contratada.