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Como me tornei persona non grata (ou: como eu não apoio mais tudo que é jogo nacional) - D+1
O texto defende uma crítica construtiva ao mercado independente nacional de jogos, digital e de tabuleiro. O autor diz ter mudado de postura depois de decepções com financiamentos e jogos nacionais, e propõe que o mercado cresça com mais avaliação, escuta e planejamento.
Fichamento#
- O autor diz que deixou de apoiar automaticamente tudo que é jogo nacional depois de perceber que nem todo lançamento é bom.
- A crítica dele não quer ser apenas ataque; ele afirma que quer ver o mercado de jogos nacional crescer e amadurecer.
- Um problema apontado é a produção gráfica ruim, ligada a amadorismo em gráficas, birôs e impressões rápidas.
- Ele recomenda procurar ajuda de quem saiba produzir o material gráfico ou não lançar o jogo.
- Outro ponto é o apego excessivo ao próprio jogo, tratado como se fosse valioso por si só, mesmo quando pode estar ruim.
- O autor defende coletar feedback e mudar o que for necessário.
- Ele critica atitudes de superioridade e a recusa em aceitar julgamento e críticas de jogadores e da comunidade.
- Também aponta que o mercado ainda está aprendendo em game design e que há diferença entre se inspirar em mecânicas e copiar jogos com outra temática.
- Ele diz que críticas são fundamentais para criar uma escola de design nacional.
- Sobre financiamento coletivo, afirma que ele não deve ser tratado como pré-venda.
- Critica add-ons sem valor e exemplos como brindes criados só para justificar regras ou produção.
- Diz que é melhor pesquisar o que já foi feito, se inspirar em casos de sucesso sem copiar.
- Na conclusão, recomenda avaliar antes de investir dinheiro, ouvir os outros e lembrar que boas ideias também precisam de planejamento.
