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Como implementar o GTD sem tecnologia
A autora relata uma versão do GTD feita só com papel, porque quer testar o sistema sem tecnologia e responder aos leitores que preferem materiais físicos. Ela mantém a agenda de papel para compromissos, usa um caderno como caixa de entrada e separa tarefas, projetos, referência rápida, itens em espera e revisões diárias, semanais e ocasionais.
Fichamento#
- A coleta continua no papel, em um caderno que funciona como caixa de entrada, onde ela anota tudo o que chega ao longo do dia.
- O processamento separa o que é tarefa do que é compromisso, referência ou informação de projeto.
- Para as tarefas, ela usa um caderninho pocket exclusivo para ações, organizadas por contexto.
- Para os projetos, ela guarda folhas de sulfite com o planejamento de cada projeto e uma lista das tarefas ligadas a ele.
- Ao revisar um projeto, ela risca o que já foi concluído e leva para o caderninho apenas a próxima ação executável.
- Ela usa uma pasta sanfonada de 12 divisórias como arquivo de referência rápida para documentos que só vão importar no mês correspondente.
- Na ação, ela começa pelas tarefas do dia, depois olha o contexto em que está, considera seu nível de energia e por fim escolhe conforme a prioridade.
- Ela distingue tarefas pré-definidas, como rotinas, e tarefas que aparecem de última hora.
- Na revisão diária, ela verifica a pasta de referência rápida, a agenda, a lista de tarefas por contexto e a lista de em espera.
- A lista de em espera reúne tarefas que dependem de outra pessoa, e pode ficar anotada na própria página do projeto.
- Na revisão semanal, ela confere a caixa de entrada, revisa os projetos e olha a lista de algum dia/talvez.
- Os objetivos de longo, médio e curto prazo são revisados ocasionalmente porque funcionam como norte e podem mudar com o tempo.
