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Como é a rede de cabos submarinos que sustenta as comunicações do mundo
A página diz que a comunicação internacional depende sobretudo de cabos submarinos, não de satélites ou da nuvem. Ela também mostra a expansão dessa rede no Brasil e no mundo, além de resumir como o traçado, a profundidade e o tipo de cabo variam conforme o trecho do oceano.
Fichamento#
- Cabos submarinos respondem por 99% das comunicações transoceânicas no mundo.
- Eles carregam fibras ópticas por onde passam dados de voz, imagem e mensagem.
- No Brasil, o EllaLink deve ligar Santos, Fortaleza e Sines, com extensões previstas para Cabo Verde, Canárias e Madeira.
- O EllaLink será o segundo cabo a conectar o Brasil com a Europa e foi anunciado para reduzir a dependência dos Estados Unidos.
- Além dele, há outros cabos em construção no Brasil, como Monet, Tannat e Sacs.
- No mundo, há mais de 360 cabos submarinos em funcionamento, somando mais de 800 mil quilômetros.
- Os cabos saem do continente enterrados a até 1.000 metros e podem chegar a 8.000 metros de profundidade.
- Em águas mais fundas, os cabos são mais finos porque os riscos de dano diminuem.
- A instalação é feita por navio, que abre sulcos no fundo do mar para depositar o cabo.
- Cabos submarinos são mais vantajosos que satélites porque sofrem menos com intempéries e percorrem distâncias menores.
- A fibra ótica em cabos submarinos pode transmitir dados até 1.000 vezes mais que satélites.
- A história começa em 1858, com o primeiro cabo transatlântico de comunicação para telégrafo.
- Depois vieram novos cabos no fim do século 19, a conversão para telefonia nos anos 1940 e a adoção da fibra ótica nos anos 1980.
- Ao longo do tempo, os cabos foram alvo de espionagem e sabotagem, e Snowden denunciou vigilância sobre eles.
