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Claude Lorrain
Claude Lorrain foi um pintor, desenhista e gravador do período barroco, nascido no ducado de Lorena e ativo sobretudo na Itália. A página o descreve como um dos primeiros artistas importantes a concentrar-se na pintura de paisagem, com obras em que figuras pequenas, cenas bíblicas ou mitológicas e arquitetura imaginada se combinam com céu, porto, campo e luz do sol.
Sua reputação se firmou no fim da década de 1630, com muitas encomendas na Itália e no exterior. O texto também destaca seus desenhos, estudos ao ar livre e o Liber Veritatis, além da recepção posterior entre colecionadores ingleses e da influência sobre a ideia de paisagem como gênero autônomo.
Fichamento#
- Nasceu como Claude Gellée, em Chamagne, no ducado de Lorena, e passou a maior parte da vida na Itália.
- Foi pintor, desenhista e gravador do período barroco.
- A página o apresenta como um dos primeiros artistas importantes, fora da pintura holandesa do século XVII, a se dedicar de forma constante à paisagem.
- Suas paisagens muitas vezes incluíam poucas figuras pequenas, ligadas a episódios da Bíblia ou da mitologia clássica.
- No fim da década de 1630, já era visto como o principal paisagista na Itália e recebia altos pagamentos por suas obras.
- A página afirma que ele não foi, em geral, inovador em paisagem, exceto por introduzir o sol e a luz solar em muitas pinturas.
- Seus patronos eram em grande parte italianos, mas depois da morte ele se tornou muito popular entre colecionadores ingleses.
- Produziu muitos desenhos em pena e lavis monocromático, além de estudos feitos ao ar livre.
- Organizou um registro visual de suas obras no Liber Veritatis, com desenhos das pinturas concluídas.
- Fez mais de 40 gravuras, em geral versões simplificadas de pinturas.
- Pintou afrescos no início da carreira, hoje quase todos perdidos.
- A formação inicial é apresentada por biografias antigas que divergem entre si, e os estudiosos modernos preferem a versão de Sandrart ou uma combinação das duas.
- Segundo o texto, viveu os últimos anos em Roma, na Via Paolina, e morreu em 23 de novembro de 1682.
- A recepção crítica posterior o descreve como um paisagista exemplar, e John Constable o chamou de o pintor de paisagem mais perfeito que o mundo já viu.
