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Cisnes negros e a verdade: você buscou a melhor forma de trabalhar?

O texto usa o exemplo dos cisnes negros para mostrar que generalizar a partir do que já foi visto pode levar a erro. Ele distingue entre não ter evidências de algo e ter evidências de que algo não existe, e argumenta que é mais fácil provar que uma afirmação é falsa do que provar que é verdadeira.

A partir disso, aplica a ideia ao trabalho na Lambda3. O autor diz que a equipe não aceita a primeira ferramenta, linguagem, plataforma ou forma de trabalhar como a melhor, porque tenta procurar alternativas e até se provar errada. Ele relaciona isso com escolhas como Linux, Windows, Macs, diferentes linguagens, fluxo contínuo e iterações, além de citar sua própria mudança de crenças sobre programação, VIM e mobilidade em São Paulo.

Fichamento
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  • O texto parte de cisnes negros para mostrar como uma única evidência pode derrubar uma crença generalizada.
  • A projeção do que já foi visto leva a concluir rápido demais que algo é verdade.
  • Não ver um cisne negro não equivale a provar que ele não existe.
  • É mais simples refutar uma afirmação com um contraexemplo do que provar que ela vale em todos os casos.
  • O viés de confirmação aparece quando alguém procura só o que confirma a própria crença.
  • Buscar evidências de que está errado é apresentado como um caminho mais produtivo para se aproximar da verdade.
  • Na Lambda3, a ideia aparece na recusa de aceitar a primeira ferramenta ou forma de trabalho como a melhor.
  • O texto liga isso ao uso de diferentes sistemas, linguagens e abordagens conforme o contexto.
  • O autor também usa exemplos pessoais, como aprender a programar no Linux, usar VIM e rever a necessidade de carro em São Paulo.
  • O fechamento defende questionar crenças sem cair em paralisia, procurando fatos que possam contradizê-las.