❝ Citação
Il n'y a pas d'amour de vivre sans désespoir de vivre
Do ensaio “L’Été à Alger”, publicado originalmente em Noces (1939) e recolhido depois em L’Été (1954). Camus formula um paradoxo afetivo central: não há amor da vida sem desespero da vida — os dois afetos são inseparáveis, e tentar amar a vida sem reconhecer o desespero que ela também produz é forma de auto-engano. A posição prepara a doutrina do absurdo que será desenvolvida em Le Mythe de Sisyphe três anos depois.
