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Betta

O texto explica que o betta splendens é um peixe muito popular, resultado de mutação genética, e que vive melhor isolado. Descreve a beteira como um aquário pequeno, de preferência de vidro plano e com mais de 2 litros, colocado longe de sol direto, frio, chuva, cheiros fortes e produtos químicos.

Também orienta sobre a adaptação do peixe ao chegar, a alimentação em pequenas porções, a troca parcial da água, o uso de condicionador, o controle de temperatura e o cuidado para não superalimentar nem usar medicamentos sem necessidade. O texto ainda trata da agressividade com outros bettas, das fêmeas, da reprodução e do risco de manter o peixe em aquários comunitários.

Fichamento
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  • O betta splendens é apresentado como um peixe popular, resultado de mutação genética feita pelo homem, diferente do betta selvagem.
  • O peixe é descrito como muito agressivo com outros da mesma espécie e precisa viver isolado.
  • A beteira deve ser pequena, de vidro plano e, se possível, com mais de 2 litros.
  • O local do aquário precisa evitar sol direto, frio excessivo, chuva, fumaça, gordura e produtos químicos.
  • Na chegada, a água da torneira deve ser preparada com condicionador e o peixe precisa se adaptar aos poucos antes de ser solto.
  • A alimentação deve ser oferecida em pequenas quantidades, de preferência no dia seguinte à chegada, sem excesso de ração.
  • O texto alerta para sinais de doença como pintas brancas, manchas, aspecto empoeirado, perda de cor e descamação.
  • A manutenção pede troca parcial da água uma vez por semana ou a cada 10 dias, com lavagem do cascalho e cuidado com a temperatura.
  • Não se deve trocar toda a água de rotina, para evitar choque de pH e de temperatura.
  • A temperatura do aquário precisa ser acompanhada com atenção, com risco acima de 30 graus e abaixo de 22 graus.
  • Medicamentos devem ser evitados ao máximo e usados só quando forem indispensáveis.
  • Bettas não devem ser mantidos em grupo nem com fêmeas; o texto diz que aquários comunitários oferecem risco quase total de perda do peixe.
  • As fêmeas são menos agressivas e podem ser mantidas em grupo, inclusive com outros peixes comunitários em alguns casos.
  • Na reprodução, o texto recomenda buscar criador experiente ou revistas especializadas.