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As 10 principais uvas tintas do mundo

O texto apresenta dez uvas tintas conhecidas e resume o que costuma caracterizar os vinhos feitos com cada uma. A proposta é dar um primeiro mapa de castas importantes, com origem, presença em diferentes países e aromas mais frequentes.

Fichamento
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  • Cabernet Sauvignon aparece como a “rainha das uvas tintas”, plantada em muitos países e associada a vinhos intensos, fortes, tânicos e com aroma de pimentão.
  • Pinot Noir é descrita como uva da Borgonha, usada em grandes vinhos, em champanhes e espumantes, com cor mais leve e aromas de framboesa, morango, cereja e café.
  • Syrah, também chamada Shiraz, produz vinhos densos, ricos, fortes e alcoólicos, com toque apimentado e aromas de cerejas pretas, groselhas, amoras, pimenta preta, alcaçuz e chocolate preto.
  • Merlot é ligada a vinhos sensacionais, inclusive ao Petrus, e costuma trazer aromas de ameixas, amoras, uvas passas, aspargos, chocolate e moca.
  • Cabernet Franc faz parte do corte bordalês e também aparece em vinhos varietais; sua marca é um aroma e sabor vegetais muito fortes.
  • Malbec é apresentada como a uva mais famosa da Argentina, com casca grossa para suportar calor, vinhos encorpados e intensos, aromas de frutas vermelhas com violeta e boa combinação com carne.
  • Carmenere é a uva do Chile, redescoberta ali depois de ter sido esquecida, e costuma mostrar aroma de goiaba, sobretudo em vinhos mais baratos.
  • Tempranillo, originária da Espanha e difundida no mundo todo, é descrita como uma uva capaz de gerar vinhos muito diferentes entre si, inclusive no Brasil.
  • Tannat é associada ao Uruguai, tem bastante tanino, pode dar sensação de gengiva seca e combina com carne; o texto cita frutas vermelhas e um toque terroso.
  • Carignan entra pela qualidade e por ser interessante, costuma ir para vinhos de corte, mas pode valer a pena quando aparece sozinha; o texto destaca um toque balsâmico que lembra Biotônico Fontoura.