In the first place he must have knowledge, secondly he must choose the acts, and choose them for their own sakes, and thirdly his action must proceed from a firm and unchangeable character
Da Ética a Nicômaco, livro II, capítulo 4, por volta de 1105a28-33 na numeração de Bekker (a página do Wikisource marca só a coluna). Aristóteles responde a uma objeção: se fazer coisas justas torna justo, quem faz coisas justas já seria justo, como quem segue as regras da gramática e da música já seria gramático e músico. A resposta separa os dois casos: “the products of the arts have their goodness in themselves, so that it is enough that they should have a certain character”, e nas virtudes não basta o ato ter certo caráter. O agente precisa estar numa certa condição, e as três condições são as do título.
Em tradução livre: em primeiro lugar, ele precisa saber; em segundo, precisa escolher os atos, e escolhê-los por eles mesmos; em terceiro, a ação precisa vir de um caráter firme e imutável.
Na pesquisa Pequeno Tratado em Áudio o trecho sustenta o corte entre talento e virtude pelo trabalho, e é o argumento de Aristóteles contra parar no primeiro sentido de virtude, o da faca. Ver também durant-excelencia-habito, a paráfrase de Will Durant deste livro II que circula como frase de Aristóteles, e epictetus-every-habit-confirmed-by-corresponding-actions.
