📎 Webclip
Apps nativos x apps HTML5: conheça mais sobre o processo de "appificação"
O texto argumenta que o avanço dos apps móveis é forte, mas não elimina a web como a conhecemos. A previsão é de convivência entre apps fechados e web aberta, com a computação em nuvem funcionando como elo entre os dois modelos.
Fichamento#
- Smartphones e tablets entraram nas empresas pela extensão do uso pessoal dos funcionários e se espalham rápido nas organizações.
- A mobilidade já aparece entre os temas centrais dos CIOs, e há quem questione se a web do futuro será dominada por aplicativos móveis.
- O autor cita números de crescimento do uso de apps e de downloads em App Store e Android Market para mostrar a força da appificação.
- Mesmo com esse crescimento, ele sustenta que a web seguirá forte por causa de sua funcionalidade e popularidade.
- O cenário defendido é de convivência entre aplicativos fechados e uma web aberta, com a nuvem fazendo a ligação entre eles.
- Apps criam ambientes fechados e podem prender o usuário a um provedor ou a um sistema operacional.
- Em uso pessoal, os apps continuam, mas, em processos de negócio, tendem a se misturar com a web para formar aplicações mais robustas e integradas aos sistemas corporativos.
- Para esse contexto corporativo, o texto considera mais adequado falar em web e HTML5 do que em lojas proprietárias.
- O HTML5 ainda aparece como trabalho em andamento, e o autor diz que levará alguns anos até estar totalmente operacional.
- A evolução do HTML5 deve permitir recursos de vídeo, gráficos e funções mais dinâmicas nas páginas da web móvel.
- Browsers já entendem HTML5 sem plugins, e a tecnologia pode tornar a web mais atraente, como destaca Hal Varian.
- Para o usuário final, a diferença entre app nativo e HTML5 tende a ser pequena, porque o que importa é funcionalidade e conveniência.
- Para desenvolvedores, HTML5 traz facilidade por funcionar em vários aparelhos sem dependência dos kits de cada sistema operacional.
- O texto também aponta que HTML5 evita a obrigação de aceitar as condições comerciais das lojas de apps.
- O autor recomenda a leitura de Tim Berners-Lee sobre padrões abertos e neutralidade, defendendo HTML5 como plataforma para apps mais interessantes e inovadores.
