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Aplicativos móveis híbridos: cadê a performance que estava aqui?
O texto conta a experiência de desenvolver um app híbrido com Ionic e descobrir, na primeira build no aparelho, que a fluidez vista no browser não se sustentava no dispositivo. A partir dessa frustração, o autor reúne medidas práticas para aliviar a lentidão em apps AngularJS.
Fichamento#
- O autor escolheu Ionic para um app móvel após comparar com a opção nativa.
- O app pareceu fluido no browser, mas ficou decepcionante quando instalado no Moto G.
- Reduzir o tamanho das imagens das listas melhorou o desempenho.
- Muitos watchers deixam o AngularJS mais lento porque aumentam o custo do ciclo de digest.
- O uso de bind once remove ouvintes depois da renderização inicial.
- ng-show e ng-hide mantêm o elemento no DOM, enquanto ng-if remove e recria o nó quando preciso.
- ng-repeat pesa na performance, e o Ionic oferece collection-repeat como alternativa para listas grandes.
- collection-repeat só renderiza os itens visíveis, mas exige itens com a mesma altura e tamanho.
- Native scrolling dispensa o $ionicScrollDelegate e usa o scroll nativo do browser.
- track by id evita criar hash keys e reduz manipulações no DOM.
- CSS também interfere no desempenho, então o autor recomenda remover regras não usadas e escrever CSS de forma eficiente.
- A conclusão é que o Ionic entrega componentes úteis, mas o Angular ainda tem problemas sérios de performance, especialmente em listas.
