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Algumas razões para cair de amores pelos protótipos navegáveis
O texto compara a passagem da máquina de escrever ao editor de texto com a chegada dos protótipos navegáveis em HTML para arquitetos de informação. A defesa central é que essas ferramentas deslocam o esforço de produzir documentação pesada para simular de fato a navegação, organizar o escopo e concentrar o trabalho no design centrado no usuário.
Fichamento#
- O texto aproxima os protótipos navegáveis da revolução trazida pelo editor de texto, por eliminarem retrabalho e permitirem ajustes mais rápidos.
- A navegação em HTML permite ver o que acontece a cada clique ainda durante o projeto, antes de passar pelo design e pela interface.
- Essas ferramentas ajudam a identificar telas-tipo e a gerar um mapa navegável do projeto.
- O texto destaca a componentização, com bibliotecas de padrões que podem ser reaproveitadas em outros trabalhos com poucos ajustes.
- A documentação fica mais enxuta, em contraste com wireframes longos e pesados feitos em PowerPoint.
- Clientes entendem melhor a proposta, aprovam mais rápido e pedem menos ajustes quando o material é convertido para HTML.
- O aprendizado do Axure é descrito como fácil, com apoio de tutoriais e blog da empresa.
- Designers e programadores tendem a ficar menos irritados porque o wireframe navegável reduz dúvidas sobre o fluxo e melhora a consistência.
- Para programadores, o texto aponta como recurso útil a geração da especificação técnica.
- O autor alerta que protótipo não é código e que os recursos de programação dessas ferramentas geram código feio, sujo e gigante.
- No comparativo citado, o Axure aparece com melhor custo-benefício que o iRise.
- O texto conclui que empresas que não usam essas ferramentas desperdiçam horas de trabalho intelectual com trabalho braçal.
