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A Vida como Adepto da Virtualidade

O artigo apresenta como os Adeptos da Virtualidade medem posição por renome, façanhas e reputação. Também mostra que esse elitismo cria hierarquia e rivalidade, mas convive com um forte senso de família dentro da Tradição.

Fichamento
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  • O renome entre os Adeptos decide se alguém é levado a sério ou ridicularizado em público.
  • Histórias de invasões de Construtos, FAQs bem feitas, feitos arriscados e boatos espalhados com cuidado alimentam a lenda de um Adepto.
  • A Tradição usa níveis de status, do Adepto respeitado ao membro da elite máxima e ao mago tratado como lenda viva.
  • O farrapo perde credibilidade, suas falas deixam de valer e sua inclusão social fica comprometida.
  • Os Arquimestres aparecem como servos da informação, empenhados em libertá-la e fazê-la circular bem.
  • Esse papel se liga a agir no cerne do problema e tornar real uma realidade mais perfeita.
  • Apesar da hierarquia interna, os Adeptos mantêm lealdade forte uns aos outros e podem defender até um rival.
  • Essa união é ligada à origem da Tradição, à fuga da Tecnocracia, ao refúgio na Teia e à perseguição compartilhada.
  • As disputas fora da Teia são resolvidas por provas que testam raciocínio, habilidade, inteligência e percepção.
  • Essas disputas podem assumir a forma de xadrez, equações impossíveis ou videogames intensos.
  • Na Teia, as disputas se dividem sobretudo em guerras de chamas e guerras entre centros.
  • As guerras de chamas são discussões online em que insultos e argumentos viram chamas e marcam o ícone do oponente.
  • As guerras entre centros são disputas formais e mais sérias em que cada lado cria um computador virtual e liga seu Avatar a ele.
  • Depois disso, os oponentes criam supervírus, alimentam-nos com Quintessência livre da Teia e deixam que um destrua o outro.
  • O texto traz regras de sistema para as guerras entre centros, incluindo testes, dificuldade, sucessos e dano a Avatar e níveis de vitalidade.