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A nova matriz aritmética

O texto apresenta, em tom de sátira política, a ideia de uma Nova Matriz Aritmética ligada ao governo Dilma. Nessa lógica, o governo deixaria de se sujeitar às metas fiscais tradicionais e passaria a tratar o superávit negativo como norma, com efeitos convenientes sobre orçamento, inflação e crescimento.

Fichamento
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  • Um governo comprometido com causas populares não deveria se sujeitar às restrições das forças conservadoras e neoliberais.
  • O texto diz que forças progressistas enviaram ao Congresso um projeto de lei que revoluciona a matemática e cria um instrumento de revolta contra as classes opressoras.
  • A LDO exigiria um superávit primário de R$ 116 bilhões, mas a administração e a matemática dialética já permitiriam cumprir a exigência com apenas R$ 49 bilhões.
  • A diferença de R$ 67 bilhões seria usada no PAC e nas desonerações tributárias, vistas como parte da estratégia de desenvolvimento com inclusão.
  • O texto atribui aos países desenvolvidos a recusa em crescer e apresenta a nova proposta como um passo a mais sob a gerência da presidenta e do ministro-chefe da Casa Civil.
  • Com a proposta, seria possível abater mais recursos dos rentistas do que os R$ 116 bilhões previstos, produzindo um resultado final negativo e superavitário ao mesmo tempo.
  • A Nova Matriz Aritmética introduziria o superávit negativo e permitiria deixar de obedecer aos ditames do mercado e dos professores de matemática.
  • A meta fiscal passaria a ser sempre aquilo que se alcançasse, nem mais nem menos, e a inflação poderia ser ao mesmo tempo superior, igual e inferior à meta.
  • O texto afirma que a inflação seria incorporada ao crescimento do PIB, impulsionando a renda da classe trabalhadora.
  • A NMA também evitaria que a Petrobras enfrentasse o vexame de não fechar o balanço no prazo, e ampliaria essa lógica para empresas que financiam lutas políticas em prol da igualdade.
  • O texto encerra dizendo que o primeiro governo Dilma lançou as bases da prosperidade nacional e que o segundo iria ainda mais longe, com ressalva sobre o ministro da Fazenda ensinar essa disciplina fora do Pronatec.