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A nova geração de homens mimados

O texto descreve a “nova geração de homens mimados” como um estado de carência e fragilidade que pode atingir qualquer um. A proposta é mostrar como esses homens ficam reféns de gosto, conforto, impulso e autocentramento, e como isso afeta a vida prática, o sexo e a relação com outras pessoas.

Fichamento
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  • O texto diz que a nova geração de homens mimados não é uma classe fixa, mas um estado de fragilidade em que qualquer um pode cair.
  • O primeiro sinal é a seletividade com comida, tratada como dependência de gosto e como falta de abertura para comer “de tudo”.
  • Outro traço é sentir nojo no sexo, como rejeitar cheiros, sangue ou menstruação, quando o corpo inevitavelmente lida com sujeira e excreções.
  • A masturbação solitária aparece como hábito que treina o homem a buscar apenas a própria sensação e a repetir isso na relação com uma mulher.
  • Não limpar o banheiro ou depender da mãe e da empregada é apresentado como sinal de alguém que ainda trata o mundo como hotel.
  • A falta de direção na vida aparece como incapacidade de saber o que fazer com a própria vida e, por extensão, com a mulher.
  • Fazer o que tem vontade é descrito como postura de quem se sente protegido o tempo todo e não assume responsabilidade.
  • Não saber o nome dos porteiros do prédio mostra desinteresse por pessoas fora do universo imediato e perda de curiosidade.
  • A busca de conforto entorpece, deixa o homem sonolento e diminui a disposição para encarar desafio, frio e desconforto.
  • A saída proposta é observar irritabilidade, ansiedade, impulsividade e autocentramento, além de adotar práticas e tarefas que cortem o conforto e obriguem a agir de outro modo.